REFLEXO DO POST “Poema qualquer (300-3-6-9-30-60-90-76)

Quem sabe quantos
Deles, loucos, livres
Quem sabe contar
Não sabe igualar, somar
É equação com vida
Células de compromisso
Não jogam a toalha
Não sentem vergonha
Como são curiosos!
E pequenos e volumosos
Oscilam tanto, e param
Cessam e continuam
A chuva traz secura
Não se explicam
Não se comprovam
Apenas se manifestam
No momento, na carne
Na unha que canta
No cabelo que flameja
No olho que penetra
Quem sabe de onde
Vêm… Veem… Vomitam…
São pontes e pontas
Cordas e glórias e facas
Sagazes como animais
Sete vidas, naturalidade
Nada de supertição fanática
Nada de medo de não saber
Quem sabe não sabe de nada
Quem não sabe, sabe, sade, sabe…

Como são ambíguos!
Como são amigos!
Como são queridos!

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