E o homem se curva
Diante de si
E pergunta “e se?”
Não é rei
Nem súdito
Nem recém-nascido
É estagiário de defunto
Não sabe de tudo
Não vale quase nada
É pedra na estrada
É estrada na pedra
É ignorância sagrada
É bela, é nada, é fera
Reconhece sua finitude
Reflete suas atitudes
Dependente de integridade
Jamais dono da verdade
E o homem é só seu
E o homem não é ninguém
E o homem não sabe de nada
E o homem é o homem

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