REFLEXO DO POST “Pitacos… de nunca, para sempre”

É verdade
Que o casulo
Cheio de vontade
Vivia em minhas
Morte e saudade
Pura tempestade
De inútil privacidade
Ditadura de desprazer
Sem eu me conhecer
Me reconhecer
Nos atos quaisquer
Nas avenidas brilhosas
Tudo posso jogar fora
O alheio não temo, agora
Nada meu, real, construí
Nos outros, só, me refleti
Abandonei-me até aqui
Mas, mas… não mais
Depois da conversação
Clímax de conversão
Honestidade no coração
Não fico para trás
Deixei para trás
Sou eu, de longe
Caramujo, esponja
Catando sutileza
Sugando gentileza
Sorriso esmaecido
Saturação de autoestima
Extermínio de velha sina
Pode parecer fantasia
Mas é minha verdade

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