REFLEXO DO POST “pausa_74.dll”

Que pena, não eram
A chave do teu coração
Nem o chaveiro da paixão
Nunca os tive em minhas mãos
Nem na mais doce confusão
Somente nos delírios de verão
Ainda bem, não eram
Senão não saberia
A anomalia, como reagiria
O que mais perderia
Em meio a tal embaraço
Tão longe do teu abraço
Iria, sem abas, afundar
A insegurança iria me afogar
Sem apelar para substitutos fajutos
Sem barricadas, truques ou arbustos
Seria, dengoso insosso, maluco
Se fosse amor oculto por aí
Não sei até quando poderia resistir
Lamentavelmente, felizmente
Não era, eram, foram, foi
Ficou para quando?
Quem sabe.. Para depois?

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